Arquivos de tags: moral

Só sei que nada sei!

Embora o filósofo Sócrates sempre diga que nada sabe, não acha que o conhecimento esteja além do nosso alcance. O importante é precisamente que devemos tentar a busca do conhecimento. Sócrates sustenta que o que faz um homem pecar é a falta de conhecimento. Se soubesse, não pecaria. A causa dominante do mal é, portanto, […]

Avalie isto:

Continuar lendo

Uma visão terrena e egoísta da morte

Diga, onde está Salomão, outrora tão nobre Ou Sansão, o líder invencível, onde está? E o belo Absalão, de rosto maravilhoso, Ou o terno Jonas, muito afável? Para onde foi César, alto no poder supremo? Para onde foi o famoso rico (Crasso), totalmente absorvido na refeição? Diga onde está Túlio (Cícero), famoso pela eloqüência Ou […]

Avalie isto:

Continuar lendo

A verdade é muitas vezes cruel

É um erro capital teorizar antes de ter os dados. Insensivelmente, começa-se a distorcer os fatos para adaptá-los às teorias, em vez de fazer com que as teorias se adaptem aos fatos. Sherlock Holmes, em A Scandal in Bohemia, de Conan Doyle (1891) […]refletindo a crença iluminista na perfectibilidade humana e na existência de um […]

Avalie isto:

Continuar lendo

Homem, prisioneiro do seu tempo

De todas as fórmulas tolas, a do livro “que não será mais reescrito” corre o risco de ser a mais tola. Ou melhor: não se reescreverá mais, esse livro, não porque ele alcance o absoluto da perfeição, mas porque é filho de seu tempo. História, filha do tempo.  Não digo, por certo, para diminuí-la. Filosofia, […]

Avalie isto:

Continuar lendo

Conhecereis a verdade e a verdade…

O filósofo considera com efeito que todas as religiões, do Egito, da Índia, da Caldéia, da China, dos gregos e dos celtas, são equivalentes, porquanto em última instância consistem todas na adoração do ser supremo. É o repúdio do privilégio exclusivo da Igreja Católica como reveladora única da verdade. Contos e novelas – Voltaire Globo […]

Avalie isto:

Continuar lendo
Abraao e Isaque

O deus sádico

Perguntou Isaac, Pai, que mal te fiz eu para teres querido matar-me, a mim que sou o teu único filho, Mal não me fizeste, Isaac, Então porque quiseste cortar-me a garganta como se eu fosse um borrego, perguntou o moço, se não tivesse aparecido aquele homem para segurar-te o braço, que o senhor o cubra […]

Avalie isto:

Continuar lendo